A Orquídea - Mário A G Leal

ESTE FÓRUM NÃO PERMITE QUALQUER TIPO DE AGRESSÃO PESSOAL, ISTO VALE PARA
MODERADORES E USUÁRIOS. ENTRE EM CONTATO COM O ADMINISTRADOR
QUER SE REGISTRAR? CLIQUE ABAIXO EM REGISTRAR
login.php?sid=51acf2a2dd96caecb69b0b488847ffc4 profile.php?mode=register&sid=51acf2a2dd96caecb69b0b488847ffc4 faq.php?sid=51acf2a2dd96caecb69b0b488847ffc4 search.php?sid=51acf2a2dd96caecb69b0b488847ffc4 Estatisticas index.php?sid=51acf2a2dd96caecb69b0b488847ffc4




A Orquídea - Mário A G Leal - Índice » MATÉRIAS » As espécies por trás dos híbridos grandes
Ir à página 1, 2  Próximo
Novo tópico  Responder tópico Exibir tópico anterior :: Exibir próximo tópico 
As espécies por trás dos híbridos grandes
MensagemEnviada: Sex Jun 20, 2008 11:23 am Responder com citação
friorquideas
5º PASSO
5º PASSO
Registrado: 11/07/07
Mensagens: 872
Localização: Nova Friburgo - RJ




As espécies por trás das cattleyas standart.
Um estudo sobre as espécies de cattleya que mais contribuíram para a criação dos híbridos de flores grandes.
Retirado do texto de Donald E. Herman da revista Orchids (março/97) editada pela American Orchid Society.



Na criação de cattleyas de flores grandes a primeira referência é em relação às espécies unifoliadas que tem a tendência de produzir flores grandes e de forma redonda.
Apesar da maioria das espécies consideradas ser de cattleyas unifoliadas, uma cattleya bifoliada, duas laelias e uma brassavola foram incluídas, por terem uma participação importante na evolução dos híbridos. Com cada espécie está incluído um resumo da sua história e algumas de suas características negativas e positivas, que ainda hoje ajudam a determinar seu uso em cruzamentos.

A Cattleya dowiana para fins de cruzamentos é separada por alguns em duas espécies distintas mas para registro é considerada apenas como Cattleya dowiana.
A primeira é a C. dowiana nativa da Costa Rica e foi originalmente descoberta por Warscewicz em 1850. Esta descoberta foi através de um espécime seco que foi destruído e perdido em sua viagem até a Europa. Redescoberta em 1865 por M. Arce, um naturalista que coletou para George Ure Skinner, a espécie desta vez chegou com vida à Inglaterra.
As flores têm aproximadamente entre 12 e 18cm horizontalmente, amarelas com o labelo vermelho escuro aveludado, riscado por veias douradas. Pode apresentar veias suaves ou nuances em vermelho nas pétalas. Tem provado ser difícil de cultivar.
A segunda espécie é a Cattleya Áurea que é nativa da Colômbia. Foi introduzida na Europa por Jean Linden em 1881. Ela possui o amarelo mais limpo e profundo que a C. dowiana e tem “olhos” e marcas douradas mais pronunciadas, no labelo. Floresce mais facilmente que a C. dowiana e tem sido mais usada em cruzamentos que seu parente do norte. Ambas as espécies florescem no final do verão ou início do outono e transmitem uma fragrância de limão a suas descendentes. Quando cruzadas com cattleyas púrpuras irão intensificar sua cor, produzindo o púrpuro escuro ou púrpuro avermelhado encontrado em híbridos como Blc. Edisto, Blc. Norman´s Bay e Blc. Oconee. Isso as torna muito desejáveis em cruzamentos. Infelizmente, nenhuma delas é vigorosa no cultivo e tem a tendência a suscetibilidade de determinados tipos de doenças. Em cruzamentos seletivos algumas dessas características ruins podem ser minimizadas.


A Cattleya gaskelliana é nativa do norte da Venezuela e foi primeiramente introduzida em Londres por Stevens Auction em 1883. Foi batizada em homenagem a Holbrook Gaskell, um amador e colecionador que tinha uma ótima coleção perto de Liverpool. Esta espécie ocorre em muitas formas, incluindo rosa, semi-alba, alba e coerulea. O labelo geralmente possui a mesma cor que o resto da flor e o tubo mostra marcas laranja. O labelo também tem a aparência fechada de trompete que alguns podem achar desejável. Em hibridações, o florescimento no final da primavera ou início do verão, e a facilidade de cultivo são os pontos principais a serem considerados. Historicamente ela tem sido usada com sucesso na criação de híbridos azuis. Há também uma importante linha de albas usando C. gaskelliana. Infelizmente ela não tem sido usada com muita freqüência atualmente, mas apresenta bom potencial para trabalhos futuros.

Cattleya labiata foi descoberta em 1818 por Willian Swainson no norte do Rio de Janeiro. Rapidamente ela desapareceu da Serra dos Órgãos, sua suposta origem, e permaneceu desaparecida para os coletores que procuravam pela “Rainha” das cattleyas por mais de 50 anos. As plantas originais, como a história conta, foram usadas como material de embalagem para outras espécies de plantas. Willian Cattley, um horticulturista inglês, a fez florescer pela primeira vez e John Lindley a batizou em homenagem a seu amigo e benfeitor, Cattley. Ela foi descrita em Collectanea Botânica em 1821 e representa o padrão para o gênero. A parte labiata do nome é uma referência ao grande a atrativo labelo ou lábio. Existem muitas variedades como alba, semi-alba, rosa e coerulea. Ela floresce no outono e a maioria dos híbridos púrpuros existentes possui seu “sangue”. A coloração das flores, forma, e vistoso labelo fazem da C. labiata desejável em cruzamentos, bem como sua facilidade de cultivo e vigor. O hábito de produzir rizomas muito longos se torna uma característica pouco desejável, pois a planta acaba saindo do vaso rapidamente.

Cattleya lueddemanniana foi primeiramente descrita por Reichenbach em 1854 através de uma planta vista em cultivo em uma coleção privada na França. A planta foi batizada em homenagem ao Senhor Lueddemann, o habilidoso jardineiro do proprietário. Ela foi também encontrada em 1863 em uma coleção na Escócia com um diferente nome. É originária da costa da Venezuela e tende a precisar de mais luz, calor e movimento de ar que outras cattleyas. Essas necessidades podem dificultar o seu cultivo em algumas regiões. Variações de cor incluem alba, coerulea, rosa e púrpura. As flores podem ser bem grandes, chegando a mais de 20cm. Espera-se entre três e quatro flores por haste em plantas com hábito de crescimento compacto. Ela tem sido pouco usada atualmente, apesar de recompensar o cultivador com cores vibrantes e vistosa apresentação de flores na haste. A planta púrpura mais famosa de todos os tempos, Lc. Lustre é metade C. lueddemanniana.

Cattleya máxima, uma espécie equatoriana, é dividida em dois tipos. Um vem das terras baixas e floresce facilmente, freqüentemente apresentando 14 ou mais flores por haste. A parte vegetal das plantas de terras baixas é a maior de todas as cattleyas, enquanto das plantas vindas de altitudes mais altas apresentam tamanho padrão. A espécie foi originalmente descoberta em 1777 pelos botânicos Espanhóis Ruiz e Pavon, e aproximadamente 55 anos depois descrita por John Lindley de um espécime desidratado. Ela foi reintroduzida como espécime vivo por Karl Hartweg em 1842 e W. Farmer em 1855. No Equador é chamada Flor de Navidad ou flor de Natal, que indica a época de floração que vai de outubro até início da primavera (lembro que as estações do ano são diferentes em cada país). Os tons de cores são especialmente atrativos devido a cor de fundo do labelo ser igual ao resto da flor. As plantas de terras altas tendem a apresentar flores de colorido mais intenso. Formas albas são relativamente raras. Alguns cultivadores sustentam que a C. máxima apresenta todo seu potencial apenas como uma espécie pura, com suas forma floral e alta contagem de flores na haste.

Cattleya mendelii vem das cordilheiras ao leste da Colômbia e é parte de muitos dos híbridos considerados como base dos híbridos atuais. Ela foi primeiramente introduzida pela firma Hugh Low em 1870 e logo após pelo Senhor e Senhora Backhouse que a batizou em homenagem a seu amigo Samuel Mendel. As flores geralmente são suavemente rosadas com o labelo tendo sua porção mais baixa mais escura. Considerações ao reprodutor são que ela geralmente floresce no final da primavera e início do verão. As flores tem geralmente entre 17 e 20cm e as plantas tem um tamanho compacto muito desejável. As flores podem ter substância fraca, mas este defeito pode ser superado se for cruzada com as espécies certas. Apesar de não ser muito usada atualmente, ela é parente de alguns soberbos híbridos como C. Suavior, C. Octave Doin e Cattleya C. G. Roebling.

Cattleya mossiae é considerada por muitos como uma das mais encantadoras cattleyas. Ela vem das montanhas ao longo da costa norte da Venezuela de onde ela foi primeiramente introduzida na Inglaterra em 1836 por George Green de Liverpool. Ela floriu pela primeira vez na estufa da Senhora Moss. Sir William Hooker a batizou em sua homenagem. Esta espécie é encontrada em muitas formas como alba, rosa, coerulea e semi-alba, mas normalmente o seu diferencial são as veias rosa-escuro presentes no labelo que tem a mesma cor das pétalas. A variedade wagneri é alba com amarelo apenas no labelo. Ela tem sido usada extensivamente através dos anos para produzir flores na primavera. Cattleya mossiae algumas vezes é associada a páscoa (nos EUA) e tem sido muito explorada no mercado de flores de corte. Além de sua época de floração, sua facilidade para florescer e seu tamanho compacto são também pontos importantes para o cultivador. Ela pode se tornar espetacular se cultivada por muitos anos e exala um aroma que alguns acham comparável ao de alho.

Cattleya percivaliana era chamada de Flor Del Libertador pelos nativos da Venezuela por causa da fascinação do Herói sul-americano Simon Bolívar, pela beleza de suas flores. Ela foi obtida pela firma Sander´s, pelo seu coletor, Arnold em 1882. Há relatos de que ela foi encontrada em altitudes 4000 metros acima do nível do mar, nas montanhas próximas ao lago Maracaibo. A espécie foi batizada em homenagem ao orquidófilo amador M. R. Percival. Sua cor é geralmente rosa claro com o labelo rosa mais escuro e distintas veias laranja no tubo. O labelo costuma ser franjado de rosa mais claro. Há muitas formas como alba, semi-alba e coerulea. Um dos melhores clones da forma típica é a “Summit” FCC/AOS que possui agradável fragrância e floresce no inverno. Sua facilidade para florescer, tamanho compacto e forma floral são características perseguidas por que deseja fazer híbridos. Por outro lado suas flores tendem a apresentar flores menores que as de outras cattleyas padrão.

Cattleya schroderae é intimamente relacionada a cattleya trianaei mas é diferenciada pelo perfuma, substância das pétalas e labelo e interior do labelo de coloração laranja. Seu habitat são as montanhas do leste da Colômbia. Sua introdução ao cultivo na Europa foi em 1885. As cores da C. schroderae suaves ou desbotadas e são de forma geral recessivas em cruzamentos. Sua forma é boa assim como a da C. Trianaei. Existem muitas albas, creme, rosa claro e coeruleas. Ela produz flores grandes flores bem apresentadas em fortes hastes, duas qualidades muito desejáveis. Ela floresce na primavera onde há grande demanda por flores.

Cattleya trianaei, uma nativa da Colômbia, foi primeiramente encontrada em uma coleção de plantas enviadas ao naturalista inglês, Rucker. Ela ainda não havia sido batizada em 1864 quando Reichenbach deu o nome do botânico Dr. Jerônimo Triana, a ela. Esta espécie transmite forma, apresentação e facilidade de cultivo a muitos dos híbridos rosa, rosa claro ou albos da atualidade. É encontrada também na forma coerulea e flameada. O número de clones premiados desta espécie é impressionante. Cattleya trianaei é nativa de uma grande área da Colômbia. As flores medem entre 15 e 23cm e são adoravelmente perfumadas. É compreensível que seja uma das flores mais populares do mundo no quesito forma das flores e delicadas cores. Floresce no inverno. Suas boas características tem sido usadas pelos hibridistas por mais de um século. Alguns exemplares desta espécie são considerados tetraplóides naturais. Se uma espécie tiver que ser escolhida pelas características transmitidas aos descendentes, esta espécie é a C. trianaei.

Cattleya warneri foi encontrada no interior do sul Brasil. Intimamente relacionada com a C. labiata, elas diferem basicamente pelo tamanho maior e colorido rosa mais claro. Ela foi encontrada em um grande número de variações de cores incluindo alba, coerulea e semi-alba. O longo labelo em forma de trompete, colorido com veias douradas ou creme no tubo, é típico. Muitos cultivares tem veias e padrões púrpuras no labelo, que a distinguem das labiatas. Esta espécie floresce na primavera em contraste com as florações de outono das labiatas. A C. warneri floresceu pela primeira vez em cultivo na coleção de Robert Warner em 1860. Ela havia sido da coleção dos Srs. Low & Co. e foi batizada em pelo botânico Inglês Thomas Moore em homenagem a contribuição ao estudo das orquídeas dada pelo Senhor Warner. Infelizmente, muitas das C. warneri tem a forma pobre e pouca sustentação das pétalas, mas quando bons clones são conseguidos ela pode ser notável. Os cultivadores se interessam por ela devido ao seu vigor, crescimento compacto, arranjo das flores e época de floração.

Cattleya warscewiczii foi descoberta por Josef Warscewicz perto de Medellín, na Colômbia em 1848. Suas plantas foram destruídas e Reichenbach teve que a descrever de espécimes prensados. Dr. Triana enviou outras plantas a Jean Linden na Bélgica poucos anos depois. Esta espécie tem sido também chamada de C. gigas devido ao grande tamanho das flores, porém C. warscewiczii é o nome correto. Como parente, ela tem sido usada com muito sucesso transmitindo tamanho floral, vigor e cores espetaculares de labelo. Os clones mais famosos são “Firmin Lambeau”, uma variedade branca e “Frau Melanie Beyrodt”, uma semi-alba. Um dos seu importantes híbridos é a C. Enid, que é notável na criação de brancas, rosadas, semi-albas e coeruleas.

Cattleya x hardyana não é uma espécie e sim um híbrido natural (áurea x warscewiczii). Por causa da sua importância na criação das melhores cattleyas, ela é mencionada aqui. Esse híbrido foi primeiramente introduzido na Europa em um carregamento de C. warscewiczii da Colômbia e floresceu na coleção de G. Hardy de Timperly, Inglaterra. Muitas formas foram encontradas como semi-albas, rosadas, amarelo pálido e creme, mas todas possuíam o grande labelo carmesim com “olhos” dourados no tubo. Esse labelo da C. hardyana tem sido uma característica desejável ao cultivador. Outro aspecto do grande uso deste híbrido é o seu vigor, mostrando ter superado a dificuldade de cultivo da C. áurea.

Uma espécie que não se encaixa no molde das cattleyas padrão como C. trianaei, labiata e mossiae, mas teve grande influência na criação dos híbridos atuais é a Cattleya bicolor. Uma bifoliada vigorosa que transmite qualidades e defeitos aos seus descendentes, e tem sido muito importante na criação de amarelos e verdes. Uma destas descendentes, criadas por Joseph Charlesworth Company, perto da virada do século é a C. Íris (dowiana x bicolor). Esse híbrido está por trás da maioria dos grandes híbridos amarelos ou bronzes. Em cruzamentos, algumas das qualidades desta espécie são o florescimento no verão, grande vigor, hábito de crescimento bifoliado, substância pesada, hastes florais fortes e coloração do amarelo ao bronze. Menos desejáveis características são tamanho das flores e labelo em forma de língua de gato. A variedade verde com labelo branco tem sido usada com sucesso na criação de verdes. A maior parte da progênie da C. bicolor gera flores amarelas ou bronze, mas com determinadas espécies ela pode gerar flores muito escuras marrons ou avermelhadas. Alguns híbridos notáveis desta cattleya brasileira são C. Iris, C. Adula, C. Golden Gate, Bc. Binosa, Blc. Chinese Bronze, Lc. Isotta e Pot. Egyptian Queen.

Laelia purpurata é geralmente chamada de “Rainha das Laelias”. François Devos enviou plantas que ele havia coletado no sudeste do Brasil a Ghent, na Bélgica, em 1847. Esta espécie é encontrada em uma enorme variedades de cores, tanto que no sul do Brasil, são feitas exposições exclusivamente com esta espécie. As flores podem ser muito grandes passando de 25cm. O número de flores na haste varia de três a oito. A cor de fundo das flores pode ser branco, creme claro ou levemente azulado. O labelo é a parte mais impressionante da flor e pode variar entre o rosa escuro, roxo, vinho, azul, etc. Suas características principais nos cruzamentos são o seu espetacular labelo, tamanho da flor, grande vigor, floração na primavera e adorável perfume de alcaçuz. Os pontos negativos são a forma geral da flor pobre e o fato de que as plantas tem o porte bastante grande.

Laelia tenebrosa vem da Bahia e Espírito Santo no Brasil. Exemplares foram enviados a R. A. Rolfe na Inglaterra pelo orquidário Binot em 1889. Este orquidário ainda está em atividade em Petrópolis no Rio de Janeiro. Em geral, esta espécie apresenta pétalas e sépalas marrom avermelhadas com o labelo branco marcado por veias carmesim. As flores podem ser bastante grandes. Um clone famoso é o “Walton Grange” que possui as pétalas e sépalas amarelas e o labelo branco marcado por veias carmesim. Este cultivar tem sido muito importante na criação de amarelas com labelo vermelho. Para o cultivador é importante saber que a L. tenebrosa parece intensificar as cores dos descendentes e geralmente florescem no verão. Devem saber também que a forma floral não será das melhores.

Rhyncholaelia digbyana que também é comumente chamada de Brassavola digbyana, foi encontrada no México e Belize. Foi introduzida na Inglaterra de Honduras em 1845 pela Sra. McDonald. Ela deu a planta ao Sr. Digby que a fez florescer e John Lindley a batizou como Brassavola digbyana. Esta espécie é importante para o hibridista por ser a fonte dos grandes, rendados labelos que tantos híbridos tem na atualidade. Esta planta de florescimento no verão, também transmite aos descendentes seu delicioso perfume cítrico e a tolerância a determinadas doenças que tantas outras orquídeas não tem. O uso desta espécie geralmente reduz o número de flores na haste. Alta luminosidade é muito importante na sua cultura.

Donal E. Herman foi presidente da American Orchid Society no período de 1992 a 1994. Trymwood Orchids, 2500 Rockdell Street, La Crescenta, California 91214, USA.

_________________
Fred/Friburgo

Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Enviar e-mail MSN Messenger
MensagemEnviada: Sex Jun 20, 2008 11:59 am Responder com citação
Vera Rita Alberghette dos
PARTICIPANTE
PARTICIPANTE
Registrado: 15/09/07
Mensagens: 5209
Localização: São João da Boa Vista-SP




F A N T A S T I C O
Colei e guardei
Bjus no seu lindo coração

_________________
VeRa
São João da Boa Vista- Sp
Alt 767 m.
O clima é tropical quente.
Tm 28º, mí=5º, mx=34º

http://www.flickr.com/photos/andartaeugenio/
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Enviar e-mail Visitar o website do usuário
MensagemEnviada: Sex Jun 20, 2008 12:56 pm Responder com citação
ROSAMARIA
PARTICIPANTE
PARTICIPANTE
Registrado: 25/03/08
Mensagens: 2178
Localização: PARANAVAI-PR




Maravilhosassssss
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Enviar e-mail
As espécies por tras dos hibridos grandes
MensagemEnviada: Sex Jun 20, 2008 2:22 pm Responder com citação
SANDRA REGINA VIEIRA
2º PASSO
2º PASSO
Registrado: 25/05/08
Mensagens: 235
Localização: Ribeirao Preto-SP




VC DEU UM SHOW ADOREI, Laughing Laughing
SANDRA RIB PRETO SP

_________________
NOSSAS MARAVILHOSAS ALEGRIAS COLORIDISSIMAS.
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Endereço AIM Yahoo Messenger MSN Messenger Número do ICQ
MensagemEnviada: Sex Jun 20, 2008 7:22 pm Responder com citação
Carla Bettoni
3º PASSO
3º PASSO
Registrado: 27/07/07
Mensagens: 498
Localização: Rio do Sul - SC




Parabéns, adorei
abração
Carla

_________________
Carla Plachi Bettoni
Rio do Sul - SC
Altitude: 339,88m
Temperatura: média anual de 18°C, máxima de 34°C mínima de 5°C
http://www.flickr.com/photos/27410202@N07/
http://carlabettoni.blogspot.com/
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada
MensagemEnviada: Sex Jun 20, 2008 7:47 pm Responder com citação
marcia suniga
3º PASSO
3º PASSO
Registrado: 08/02/08
Mensagens: 484
Localização: Santo Andre-SP




Fred você como sempre, é SHOW DE BOLA.
Adorei e arquivei.
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada
MensagemEnviada: Sex Jun 20, 2008 8:09 pm Responder com citação
Eliane Maria G. de Paiva
PARTICIPANTE
PARTICIPANTE
Registrado: 19/05/08
Mensagens: 1534
Localização: Varginha - MG




Também já guardei aqui. Muito bom!
Parabéns e obrigado.

Abraços

_________________
Eliane
Varginha -MG

http://www.flickr.com/photos/29701320@N02/sets/
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada
MensagemEnviada: Qui Dez 04, 2008 8:10 am Responder com citação
narcisa
PARTICIPANTE
PARTICIPANTE
Registrado: 05/04/08
Mensagens: 2277
Localização: rio de janeiro




Razz fred muito boa materia Wink
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada
MensagemEnviada: Qui Dez 04, 2008 8:44 am Responder com citação
marcia suniga
3º PASSO
3º PASSO
Registrado: 08/02/08
Mensagens: 484
Localização: Santo Andre-SP




Fred, obrigada, já estou lendo.
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada
MensagemEnviada: Qui Dez 04, 2008 9:16 am Responder com citação
MarioCosta
5º PASSO
5º PASSO
Registrado: 11/07/08
Mensagens: 831
Localização: Salvador -BA




FRED,
OBRIGADO!!!

_________________
Abraço

Skype: mario.mvd


http://www.flickr.com/photos/mariomvd/
Algo lindo de ver:
http://crispata.tea-nifty.com/
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada
MensagemEnviada: Qui Dez 04, 2008 10:46 am Responder com citação
raquelica
PARTICIPANTE
PARTICIPANTE
Registrado: 06/06/08
Mensagens: 2163
Localização: Araras-SP




aiaiaiai, que coisa boa de se ler.................aquela bicolor e a tenebrosa escura me deram até um troço............ Shocked Shocked Shocked eu adoro elas...........

_________________

clima: quente e seco; altitude: 611 m temperatura: máx 32 e mín 8
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Endereço AIM Yahoo Messenger MSN Messenger
MensagemEnviada: Qui Dez 04, 2008 11:57 am Responder com citação
Vera Rita Alberghette dos
PARTICIPANTE
PARTICIPANTE
Registrado: 15/09/07
Mensagens: 5209
Localização: São João da Boa Vista-SP




Fred obrigada virou apostila aqui
Bjos no coração amigo

_________________
VeRa
São João da Boa Vista- Sp
Alt 767 m.
O clima é tropical quente.
Tm 28º, mí=5º, mx=34º

http://www.flickr.com/photos/andartaeugenio/
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Enviar e-mail Visitar o website do usuário
MensagemEnviada: Qui Dez 04, 2008 1:00 pm Responder com citação
Maria Angela
2º PASSO
2º PASSO
Registrado: 25/09/07
Mensagens: 258
Localização: São João da Boa Vista - SP




Oi Fred, obrigada pela aula!
Se você tiver mais matéria sobre o assunto posta aí prá gente. Eu tenho muita curiosidade e gostaria de aprender mais.
Abraços!
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Enviar e-mail
MensagemEnviada: Qui Dez 04, 2008 1:42 pm Responder com citação
mgloriam
PARTICIPANTE
PARTICIPANTE
Registrado: 07/03/08
Mensagens: 4918
Localização: RIO DE JANEIRO-RJ




Fred valeu pela aula.

_________________
As orquídeas me ensinam a cada dia, o que é determinação e paciência..
...........
http://orquidariorecreio.blogspot.com/
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Visitar o website do usuário
MensagemEnviada: Qua Jun 24, 2009 2:24 pm Responder com citação
Pedro00
3º PASSO
3º PASSO
Registrado: 15/02/09
Mensagens: 479
Localização: Belo Horizonte-MG




Nossa!!

Estive procurando no Google matérias sobre hibridagem , achei essa perfeição aqui no fórum ...

Brigado Fred

_________________
Exibir o perfil do usuário Enviar mensagem privada Enviar e-mail
As espécies por trás dos híbridos grandes
A Orquídea - Mário A G Leal - Índice » MATÉRIAS
Você não pode enviar mensagens novas neste fórum
Você não pode responder mensagens neste fórum
Você não pode editar suas mensagens neste fórum
Você não pode excluir suas mensagens neste fórum
Você não pode votar em enquetes neste fórum
Todos os horários são GMT - 3 Horas  
Página 1 de 2  

Ir à página 1, 2  Próximo

  
  
 Novo tópico  Responder tópico  


Powered by phpBB © 2001-2004 phpBB Group
Designed for Trushkin.net | Themes Database
Traduzido por phpBB Brasil